Apagando a história é um chamado global à ação que explica por que o passado é uma linha de frente na luta por um futuro livre do fascismo. Ao mesmo tempo, revela os esforços da extrema direita para reescrever a história e desfazer um século de progresso em questões de raça, gênero, sexualidade e classe.
Nos Estados Unidos, a democracia está sob o ataque de um movimento autoritário que encontrou terreno fértil entre políticos e eleitores conservadores do país, mas movimentos semelhantes conquistaram lugar nos corações e nas mentes de pessoas em todo o mundo. Para compreender as formas, os formatos e os riscos desse ataque, precisamos voltar e extrair lições do nosso passado.
Em países autoritários, o exame crítico da história e das tradições dessas nações é desencorajado, muitas vezes representando um perigo real para aqueles que ousam fazê-lo. Não por acaso as instituições educacionais se tornaram um campo de batalha, onde o aprendizado e os esforços para derrubar um status quo