A presença de Françoise Dolto entre nós reitera a relevância
de sua prática sempre-viva fertilizando os campos da terapêutica e da
investigação psicanalítica, com ressonâncias conceituais e comunitárias. Dolto
continua a conversar com os psicanalistas e com a comunidade em ondas de
transmissão a partir de suas heranças diretas e singulares interlocuções com
seus legados.
Este livro-jornada é um convite a revisitar esse solo fértil
em flora compartilhada.
Mariângela Mendes de Almeida
Psicanalista