Neste livro, Baudrillard discute como a clonagem humana - assim como a \"clonagem\" de idéias e de identidade social - anuncia o fim do sexo e da morte e divaga sobre como será viver ao ser instituído o domínio do \"mesmo\". A seguir, Baudrillard discorre sobre a virada do milênio, defendendo a tese de que a chegada do ano 2000 nunca aconteceu, pois nós ainda não conseguimos resolver nem deixar para trás nossa História, assim como não conseguimos parar a contagem regressiva para o nosso futuro. No final, Baudrillard examina o que ele define como \"o assassinato do real\" pelo virutal. Em um mundo em cópias e clones, no qual qualquer coisa pode se tornar presente em um instante pela tecnologia, mas não podemos mais falar a realidade.